Suicídio
Publicado por Ipc em 3/7/09 (341 leituras)
Sidman (1989/1995) destaca que o suicídio é uma forma de desistência (desistência da vida), é uma rota de fuga das situações e ambientes coercitivos. O individuo exposto constantemente a perdas, frustrações e punições sente-se fracassado, uma vez que nada do que ele faça lhe traz conseqüências positivas, satisfação ou alívio, levando-o a concluir que suas ações são ineficazes. Assim, resta apenas um modo de escapar definitivamente do desgosto de viver e do peso de existir: o suicídio.
No caso de uma pessoa deprimida, segundo Silva (2004) e Reinecke (1995), a falta de possibilidade associada à baixa auto-estima e sensação de fracasso ao lidar com o mundo levam a pessoa a sentir-se mal consigo mesmo. Não vendo perspectiva de mudança (melhora) o suicídio passa a ser uma solução viável.
Pode ser que haja perspectiva e até aconteçam coisas boas, mas a pessoa deprimida afirma Rehm (1971, citado por Lewinson, &cols, 2003) enfatiza os acontecimentos negativos em prol dos positivos, as conseqüências imediatas em prol das de longo prazo e tendem ao perfeccionismo e aos padrões pouco realistas ao se auto-avaliarem. Beck Rush, Shaw e Emery (1977) enfatizam a tríade cognitiva: visão negativa de si mesmo, do mundo e do futuro; a organização estrutural do pensamento e o processamento falho de informações. Resumindo a pessoa não percebe soluções ou possibilidade de um futuro melhor.
De acordo com Arieti (1997, citado por Moraes & Cols,. 2006) os indivíduos deprimidos podem não viver para si, mas para outra pessoa e que no suicídio, a pessoa acha que está punindo ou fazendo um bem para a outra.
Texto discutido no Grupo de Estudos do IPC em 24/06/2009.
Emanuelle Paulino Papa – CRP 06/58110-9
Priscila de Moura Pessoa – CRP 06/90017
Cristiani da Silva Joaquim – CRP 06/63459
Marciliana Correa – CRP 06/65195
Referências:
Carvalho, M. V. As horas: um dia na vida de três mulheres. Em Skinner vai ao cinema. Ana Karina Curado Rangel de-Farias e Michela Rodrigues Ribeiro Organizadoras. 1 ed. Santo André, SP: ESETec Editores Associados, 2007
No caso de uma pessoa deprimida, segundo Silva (2004) e Reinecke (1995), a falta de possibilidade associada à baixa auto-estima e sensação de fracasso ao lidar com o mundo levam a pessoa a sentir-se mal consigo mesmo. Não vendo perspectiva de mudança (melhora) o suicídio passa a ser uma solução viável.
Pode ser que haja perspectiva e até aconteçam coisas boas, mas a pessoa deprimida afirma Rehm (1971, citado por Lewinson, &cols, 2003) enfatiza os acontecimentos negativos em prol dos positivos, as conseqüências imediatas em prol das de longo prazo e tendem ao perfeccionismo e aos padrões pouco realistas ao se auto-avaliarem. Beck Rush, Shaw e Emery (1977) enfatizam a tríade cognitiva: visão negativa de si mesmo, do mundo e do futuro; a organização estrutural do pensamento e o processamento falho de informações. Resumindo a pessoa não percebe soluções ou possibilidade de um futuro melhor.
De acordo com Arieti (1997, citado por Moraes & Cols,. 2006) os indivíduos deprimidos podem não viver para si, mas para outra pessoa e que no suicídio, a pessoa acha que está punindo ou fazendo um bem para a outra.
Texto discutido no Grupo de Estudos do IPC em 24/06/2009.
Emanuelle Paulino Papa – CRP 06/58110-9
Priscila de Moura Pessoa – CRP 06/90017
Cristiani da Silva Joaquim – CRP 06/63459
Marciliana Correa – CRP 06/65195
Referências:
Carvalho, M. V. As horas: um dia na vida de três mulheres. Em Skinner vai ao cinema. Ana Karina Curado Rangel de-Farias e Michela Rodrigues Ribeiro Organizadoras. 1 ed. Santo André, SP: ESETec Editores Associados, 2007
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